Como harmonizar chá com comida?

Vamos falar do que interessa então: CHÁ COM COMIDAAAA! 😀 hehehe

Esqueçamos o emagrece engorda da vida, viu? Falemos de harmonização, petit.
Harmoniza, casa, combina, vai longe, humm! ♥

chá
Foto: acervo pessoal.

A postagem de hoje é dar uma incrementada no seu momento do chá, ou melhor: no seu #momentoinfusorina !

Quem aqui é adepto ao “Chá das 17h?”, do “Chá das 15h?” e do “Chá a todo momento?”
Concordarão comigo: sozinho ou acompanhado, o chá é bom demais! Mas, e se quisermos elevar a experiência da cia e investir na harmonia entre os sabores? Vamos conhecer um pouco mais das possibilidades de harmonização?

Começando pelo lindo do Chá Preto, presente em nosso blend Gayatri!

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Foto: acervo pessoal.

Intenso, aromático e saboroso, o chá preto é um excelente chá para acompanhar o almoço mas também pode ser apreciado com outras refeições, principalmente aquelas compostas por pratos de carne, pratos picantes e/ou bastante condimentados, charcutaria, molhos diversos, ovos e uma grande variedade de queijos. Em termos de doces, o chá preto é perfeito para sobremesas ricas e cremosas, bem como todo o tipo de pastelaria e chocolate, uma vez que equilibra até mesmo os sabores extremamente doces.

Com vocês… O Chá Branco, presente em nosso blend TéAmo.

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Foto: arquivo pessoal.

Delicado e sutil, o chá branco pede alimentos igualmente light e frescos, para não anular o seu delicioso aroma e sabor. Algumas das combinações ideiais entre o chá branco e a gastronomia incluem arroz, pratos de frango, pratos de peixe, marisco, todo o tipo de saladas e pratos vegetarianos. Dado o contraste entre a acidez e a suavidade, combina especialmente bem com os citrinos, mas também com a maior parte de sobremesas que têm na sua base fruta. O chá branco é igualmente agradável quando acompanhado de bolos, pastelaria em geral e chocolate de leite. Uma dica que a Diário do Chá nos passou com nosso blend: morango. ♥

O tão famoso… Chá verde! Presente em nosso blend Amaranto!

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Rocambole com chá verde Amaya.

Ahhh o chá verde, esse dança entre suavidade e força. Além de ser surpreendente, o chá verde pode transformar qualquer refeição numa experiência gastronômica inesquecível, principalmente se acompanhar sabores como arroz, pratos de frango, pratos de peixe, marisco, todo o tipo de saladas e pratos vegetarianos. SIM! O chá verde combina particularmente bem SUSHI! (quero, agora!) Em matéria de sobremesas, casa particularmente bem com fruta pura e sobremesas que contenham fruta.

Chá pós-fermentado (pu’er), presente em nosso famoso blend Hippie Chai.

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Foto por Fabi J.

Conhecido não só pelo seu paladar original, o chá pós-fermentado é definitivamente um daqueles chás que faz bem à saúde, principalmente ao sistema digestivo – o que faz dele um aliado perfeito para todo o tipo de pratos, principalmente alimentos com paladares mais intensos, carne vermelha, alimentos fritos, alimentos salteados e fondue de queijo. No menu das sobremesas, deguste uma bela xícara de chá pós-fermentado ao saborear o seu bolo preferido ou alguns quadrados de chocolate negro. Aliás, que tal usar esse blend como base em um risoto especial de pêra com gorgonzola? Fica excelente! 😀

Geeente, que fome – e que vontade de falar sobre chá e chocolate… hummm! Quem sabe no próximo post?
Aliás, fica a dica: ao consumir o cházinho nosso de cada dia APÓS as principais refeições, espere um pouco, para que seu organismo possa absorver todos os nutrientes, de 20 a 30minutos já tá de ótimo tamanho!
Beijo com muito chá, Renata ♥

Inspiração: Casa do Chá e misturas pessoais.

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5 Motivos: Por Que Eu Tomo Chá? ♥

Semana passada conversando com um amigo, estávamos trocando ideias de como eu poderia abastecer o blog com além de informações úteis, algo que faça parte da Infusorina, da sua origem, dos porquês, dos motivos, razões e até mesmo, das circunstâncias. E eis que surgiu dele a questão de: por que você não conta os porquês do chá na sua vida? Tá aí! Por que, não?

Quantos “porquês”, né? hahah vamos aos MOTIVOSSS! ♥

Separei 5 – e na realidade, quem apontou esses motivos na minha vida, foi ele. E a gente percebe o quão transparente é. 🙂 Né? Passamos quem somos, o que pensamos, quando simplesmente agimos (lembrando que a não ação também é uma forma de ação). Tudo bem que as vezes as pessoas julgam quem “supostamente” somos, mas isso faz parte e o que importa mesmo é sabermos internamente, independente do que o outro pensa – agir com o coração, respeito a si mesmo e ao próximo.

FO-CO! 😀

1 – PARA TER UM MOMENTO SÓ MEU.
Sim, e isso não é egoísmo. Isso é amor próprio. Eu costumo falar que a Infusorina também tem um passado, além daquele que aparece no instagram e no facebook. Nos vídeos e aqui no blog. O que aparece aqui é o presente, a evolução que construímos diariamente. Antes da Infusorina ser Infusorina, eu não tinha momentos. E se os tinha, não os enxergava. Foi aí que me dei conta, meu melhor momento era aquele que quando eu chegava em casa, no meu consolo, esquentava água e colocava um chá para infusionar. Era um momento meu, SÓ meu. Aquele momento em que você sente o calor da xícara nas mãos, o aroma do chá, fecha os olhos e pronto: como é bom estar vivo! {deu para entender de onde surgiu a #momentoinfusorina, agora? ♥}

2 – PARA TER MAIS SAÚDE.
Eu fazia yoga. Intercalava alimentação saudável (aquela, dentro do nosso leigo conhecimento) com a falta de pausa. Trabalhava, estudava, trabalhava, estudava. Voltava para o yoga, não gostava, mudava de método {até encontrar o que realmente é o Yoga para mim} – mas o chá não saía de cena. Foi quando nasceu o Hippie Chai. O pu’er despertou em mim o corpo, aliado a outras atividades (já falei yoga? :x) físicas e mentais, e foi aí que percebi que o chá era muito mais do que eu estava buscando entender: ele agia – E EU SENTIA – no meu corpo, positivamente, diariamente, lindamente. Foi então que decidi que o chá viria para que eu pudesse ter mais saúde. Automaticamente a gente muda, devem ser aqueles saltos de desenvolvimento tardios na nossa vida (ou talvez os 28 anos) e passa a ter hábitos mais saudáveis. Mais respeitosos consigo mesmo. ♥
CHÁ

3 – PARA MEDITAR.
Gente, se tinha uma coisa que eu não fazia na vida era meditar. Lembra lá do motivo 1 quando eu disse que “as pessoas as vezes julgam quem supostamente somos”? Pois então. Todo mundo dizia: Noooooosssa. Para ser assim calma só poderia trabalhar com chá e meditar muito. Poderia. Mas not. Eu fugia do famoso eu interior, não queria nem chegar perto dele. Dificuldade absurda de focar, de centrar, de organizar os pensamentos, me ensinaram que tinha que limpar a mente. Como? Vamos combinar, não dá. Daí a gente conhece Osho, e outros e percebe que o chá está DIRETAMENTE ligado a meditação. E cai de amores. E percebe também que existem outros tipos de meditação, desconhecidas. Minha maior meditação hoje? Quando dou aula. Quando preparo um blend. Quando estudo, quando preparo o meu chá. Meditar é estar presente, no que você está fazendo AGORA. ♥

CHÁ

4 – PARA SENTIR O SABOR.
É fato, não tem mais jeito depois que você descobre as maravilhas que o cálculo a seguir pode oferecer: paladar + olfato + conhecimento = uma boa xícara de chá. E eu afirmo aqui: pode ser qualquer chá. Você sentirá o sabor. O sabor vem de dentro, é um prazer indescritível, quando somado ao conhecimento te leva aos céus. E eu não tô aqui falando apenas de conhecimento técnico, não. Tô falando também do conhecimento geral: que chá é esse? Onde é colhido? Quem colheu? Como foi processado? Alguém lembrou de você em alguma viagem? Você adquiriu ele em um momento especial? Esse conhecimento traz tantos sabores quanto os aromas provenientes das folhas de Camellia sinensis… ♥

CHÁ

5 – PARA TER (VIVER) CULTURA.
Eu sempre tive uma (BIG de uma) queda por toda a cultura oriental. Confesso gente. Sou descendente de português e italiano, eu sei, sou brasileira (♥) mas ai meu-deus-do-céu: me derreto por tudo que vem do oriente, países árabes, africanos… enfim! {quem aqui entende de vidas passadas? Tô precisada, pra explicar, quem sabe? haha} meu amor pela Índia, Egito, Turquia, Vietnã, China, Japão… Eu gosto da cultura zen, de como se leva a vida em meio ao caos, gosto de história, gosto de drama, gosto de inspiração, de viver inspirada, por isso gosto de coisas que façam sentido, muito embora as vezes tenha de parar de buscar explicação. 🙁 Quando conheci a Yuri da Escola de Chá Embahú, desejei ser japonesa. Quando conheci a família Amaya e Shimada, desejei ser japonesa. Quando a Infusorina nasceu, desejei trazer com ela todo o valor da cultura oriental e respeito com a planta do chá. No fundo, eu não desejava ser japonesa, eu só desejava aprender a valorizar como eles valorizam. Assim como nossos demais valores. Assim como quando lemos um livro que fala sobre algo muito especificamente, e absorvemos aquilo que acreditamos.

O Chá está em minha vida para que eu possa ter mais cultura, e eu não preciso necessariamente me prender a uma. Afinal, a beleza está em saber que somos multiculturais e que o chá pode proporcionar isso.

CHÁ
Todos somos um! ♥
Beijo e muito chá, Renata.

Quais são os motivos do chá estar em sua vida? Pense e se desejar, compartilhe nos comentários! \o/

 

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Porque amamos chá gelado. Como fazer?

Verão, solzão, praião, piscinão, ribeirão, calorão e você aí: querendo tomar seu chá preferido mas só de pensar já “tá todo se suando“.

Nós temos a solução! Na realidade temos o meio de comunicação, porque, solução mesmo, já foi inventada faz teempoo…! Lá nos EUA! Sim, foi lá mesmo. Sabemos que a origem do chá é Asiática, mas o chá geladin não foi inventado por eles (até que se prove o contrário). O local exato foi na Carolina do Sul, no século XVIII, Estado que possuía, já, uma plantação de chá (Camellia sinensis), a fim de venda e consumo; por lá, as receitas de chás gelados eram feitas com chá verde! ♥

Nosso blend TéAmo consumido geladinho pelo ig da @diariodocha ♥

“Segundo o site da marca americana Revolution Tea, as primeiras receitas parecidas com as que conhecemos hoje surgiram a partir de 1879. Ainda com chá verde, a infusão era feita, resfriada em temperatura ambiente e, em seguida, recebia os cubos de gelo e açúcar.” Fonte, aqui.

Mas, já que a gente gosta de história com imagens e mimimi’s, o fato mais marcante (e original, pelo menos na nossa opinião) foi durante a St. Louis World’s Fair, na cidade de Saint Louis | EUA, no ano de 1904.
A feira, livremente traduzida de: “A feira mundial de St Louis”, foi uma feira mundial que durou de 30/04 a 01/12 de 1904 que abordou história, história da Arte, arquitetura e antropologia, além de promover entretenimento, bens de consumo e fomentou a cultura popular.


Fonte de imagem, aqui.

Pois bem, havia um inglês Richard Blechynden que representava alguns produtores de chá provenientes da Índia, com a feira a intenção dele era apresentar junto do chá indiano uma opção ao chá já comumente consumido: chás provenientes da China. Para tal, a melhor maneira escolhida foi a degustação da bebida quente. No entanto, inesperadamente, fez muito calor, e as pessoas simplesmente não mostraram interesse algum para apreciar tal bebida.  A ideia então foi usar gelo em sua preparação. Que deu super certo! 😀
E, assim, reza a lenda, os chás indianos entraram com força total no mercado Americano.

Nota: atualmente, 85% dos chás consumidos nos EUA, são preparados gelados. E, para homenagear a ideia de Blechynden, o calendário Americano ganhou um dia comemorativo: dia 10 de junho, o Dia Do Chá Gelado ♥ – onde várias lojas servem a bebida de graça para seus clientes!


Tá, Renata! Lindo, legal e história e etc! Mas, como eu preparo, afinal?
Aqui usaremos uma de nossas fontes mais confiáveis, os métodos da Escola de Chá Embahú, além de experiências próprias. 🙂
Durante as feiras e cursos, muitos clientes perguntam; como é melhor preparar? No método cold brew (extração fria) ou prepará-lo quentinho e depois gelar? Ou ainda, preparar mais concentrado e colocar gelo? Aqui vamos ao lado pessoal da coisa: tudo é chá, e partindo do princípio que cada um faz o chá da maneira que gosta, que se sente a vontade, que se adapta, que curte o momento, tá tudo bem! As 3 opções estão corretas e servirão para o que você buscar: prazer, saúde, conhecimento, compartilhamento e momento. ♥

Já falando pessoalmente, nós (Infusorina) usamos duas opções: a extração fria e quentinho e depois refrigerado. Explicamos: a extração fria deixa a bebida mais “leve”, sabem? Sem aquela adstringência natural da extração quente. Já a quente, mantém e dependendo do chá, até potencializa esse fato, por vezes, até o amargor – que a gente ama. Por isso, questão de gosto. Por outro lado, falando de praticidade, vamos combinar aqui entre nós: bem mais prático efetuar a extração fria. Gente, um trabalho só! 🙂 Agora, falando tecnicamente, vamos as diferenças: “A Extração Fria, utilizada tando para chás como cafés, consegue retirar das folhas secas do chá os seus aromas, suas propriedades e reduz a adstringência e amargor provocado por alguns polifenóis (antioxidantes presentes no chá) e pela cafeína, que são liberados mais rapidamente em contato com a água quente.” Conforme cita a especialista, Yuri Hayashi, aqui.

Nossos blends Amaranto e Hippie Chai, preparados por Yuri Hayashi. Foto do blog Chá Arte & Vida ♥

Como efetuar a extração fria do chá (cold brew)?
É mais simples do que o nome deixa parecer. 😀
Escolha seu chá preferido a noite* e use a proporção de 4g para 220ml de água, já geladinha, e pronto: coloque diretamente na geladeira (lembrando de tampar o recipiente para evitar outros aromas invasivos no mesmo). No outro dia de manhã, basta coar e servir da maneira mais linda que encontrar! Aqui, constatamos a durabilidade segura com nossos blends de até 4 dias (coado).
* por que durante a noite? Pois durante a noite fica mais fácil o controle do tempo de infusão. 🙂

Como preparamos os nossos blends e representadas:
TéAmo, Amaranto, Gayatri e Chá Preto e Verde Amaya (bases de chá branco e verde, respectivamente) de 7 a 10 horas de infusão;
Hippie Chai e Chá Preto Da Obaatian de 8 a 12 horas de infusão;
Kõ’gõi mate cerimonial (erva Mate pura e orgânica – nacional) – instantâneo (pois é comercializado em pó).

Como efetuar a extração quente do chá (infusão padrão)?
Essa também é simples, embora exija duas etapas: realizar a infusão quentinha do chá dentro do padrão já efetuado, ou até de maneira mais suave, caso deseje amenizar o sabor, e colocar para gelar! Sua durabilidade, é menor. Aqui usamos até 2 dias.

Gostou? Então coooooorre e prepara já o seu cházinho gelado. ♥

Chá Preto Amaya ♥.

Um beijo cheio de chá, Renata.
Fontes de pesquisa:
– Wikipédia
– Blog Chá Arte e Vida

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