Como Explicar o Chá Pu’er Para Seus Amigos, Com Hippie Chai.

Bommmmmmmmm dia! Para você que lerá esse post assim que for publicado! Ou, boa hora para você que está lendo esse post a qualquer hora do dia, ou da noite. ♥ 
Estamos dando continuidade – aqui e agora – para a série: Blends Da Infusorina! Iniciamos falando do Gayatri,  aqui.

Hoje é o dia do Hippie Chai! Tchanammm! \o/

– Renata, já sei! Nemm precisa gastar mais dedinhos no teclado! Eu já conheço o chai, e adooooro, aliás!

(eu ficaria muito feliz se fosse assim!) Pra gente começar, vamos esclarecer o seguintchê: Chai é uma bebida (tradicionalmente Indiana (♥) ) que leva em sua composição, especiarias. Eu me arriscaria aqui a dizer que não existe uma receita “original”,  porque o chai está na mesma do mundo dos chás, do yoga, do Egito, dos Maias… do famoso: “quando, quem, como?” – não se tem certeza absoluta de seu surgimento ou receita original – essa história fica pra outro post. hahaah

Portanto, nosso Blend não é o mesmo chai que todo mundo conhece! Amamos os dois, sério, seríssimo! Mas não é o mesmo. Nossa mistura é composta por uma base (que explicamos no post anterior sobre o Gayatri ) de Camellia sinensis, com o chá pu’er ou pu-erh acrescido de cardamomo, gengibre e goji berry.

Na época da criação, eu morava em Florianópolis/SC (Alô! ☯ Ilha da Magia!) e praticava o Hot Yoga! Uma prática maravilhosa que mistura algumas modalidades de yoga em uma sala aquecida, caso queira, conheça mais aqui. E a Infusorina só estava em meus sonhos. 🙂 Continuando – antes de ir pra aula, eu consumia o pu’er sozinho! Chá que eu havia conhecido durante um curso da Escola de Chá Embahú, e havia me aprofundado na formação como Sommelière na AR. E que até então, era um dos meus preferidinhos! Com o tempo fui percebendo uma mudança no meu corpo, o físico de dentro, sabem?  Não somente aquele que a gente vê no espelho. Mas eu sentia que a soma do chá com a atividade física e mental, era uma explosão de bons resultados. Tudo funcionava melhor, organismo, cérebro, e coração. Mas sempre que eu queria compartilhar com alguém, era aquele susto e a pessoa logo dizia: tem cheiro de velho, de mato, de chuva, de mofo… (quase que eu saltitava e dizia: SIM, SIM, SIM! ♥) e vinha seguido de um: “Não quero, não!”.  Com isso, fui tentada a misturar algo – de maneira suave e natural – no chá, de forma com que as pessoas consumissem sem que os benefícios do pu’er fossem perdidos. Adicionei gengibre e goji berry de início. Mas me faltava algo, ainda. Aquele chá pedia um almíscar, um “Q” de oriente. E veio o cardamomo. Lindo, majestoso. Finalizando assim, o meu chai. Toda orgulhosa, as pessoas gostaram e ele foi criado como o primeiro Blend da Infusorina. De todo o meu amor e fé naquela mistura que me faz tão bem. E hoje ele está aí, com capa e até rótulo, para o Brasil inteiro conhecer! ✌

Falando em conhecer, vamos entender um pouco mais sobre esse chá tão diferente e incomum (ainda) no Brasil?
Pu’er é originário da província de Yunnan, no Sul da China. Onde chás são colhidos de árvores anciãs e processados em um método chines que há anos vem trazido o consumo do pu’er como prática medicinal para as propriedades digestivas do corpo e limpeza.

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Província de Yunnan, na China.

Yunnan é considerado um dos berços do chá na China, e é sem duvida uma das mais antigas regiões de chazais, cultivando árvores de Camellia sinensis centenárias, falando-se até em 3.200 anos. A província tem um clima temperado, com verões fortes e invernos puxados. Com muita chuva. Além disso tudo, possui um solo rico em compostos orgânicos. Famosa por produzir o pu’er, é também uma região famosa pelos chás pretos que de lá saem, como o Yunnan Dian Hong Gong Fu. Já Pu’er tem seu nome devido a cidade de Pu’er, mesmo. ♥

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Pu’er prensado.

E agora, sabendo da origem, vamos entender do que se trata esse chá tão especial? 🙂 SIM! O chá pu’er é um chá da categoria pós-fermentado, onde a enzima da oxidação não se manifesta (lembram? oxidação é diferente de fermentação!). Também conhecidos como “chás envelhecidos”, “black tea – chá preto” (para os chineses) ou “dark tea – chá escuro” (para o Ocidente). O chá pu’er pode ter sua história rastreada láááá na Dinastia Tang (618-907) quando o chá era utilizado como um complemento de sopas e caldos. Sua forma prensada foi criada devido a alta demanda de venda para principalmente China, Tibet e Mongólia. E, durante a Dinastia Song, a cidade de Pu’er foi o centro do chá na China. Hoje em dia, outras regiões o produzem como Guangxi, Anhui, Guangdong e norte do Vietnã. E para proteger de certa forma sua origem, o “Bureau of Standar Mensurement of Yunnan Province (2003)” definiu que (traduzindo livremente para o português): “Pu’er é um chá fermentado que origina do chá verde, produto originário de grandes folhas de árvores provenientes da província de Yunnan”. Básico né, gente? heheeh

Logo, considerando que o chá é um chá envelhecido, entendemos que o processo é demorado, falamos de anos, chás pu’ers de até 10 anos ou pós 10 anos – os pu’ers originais por assim dizer, são cada dia mais raros de se encontrar, e caros, também. take care

Gente, to me empolgando nesse post, mas juro que tá acabando! 😀

Vamos falar rapidiiiinho sobre as propriedades?
O Chá Pu’er tem propriedades específicas que se desenvolveram com o processo, que auxilia na dieta diária, como suplemento mesmo. Tribos nômades, por exemplo, consomem o mesmo com manteira de Yak (Iaques fofinhos!), alimentando e mantendo o shape , sabem como é. Além disso, hoje em dia as propriedades são reconhecidas como reguladoras do organismo, estimulando a digestão e ajudando a eliminar o colesterol ruim do corpo, além daquela sensação de limpeza!

VIU? COMPROVADO! \o/

eee, pra quem quer saber da cafeína, quem não? Saibam que aproximadamente, em uma xícara de 100ml, encontramos até 23mg, ficando abaixo de muito chá verde e branco, viu? Em resumo: é uma DELÍCIA!

Gente, fui clara? Espero que sim. Como sempre falar sobre chá é muito compensador, e ao mesmo tempo, demoooora – principalmente quando a pessoa que vos fala é bemmm boa daqueles papos de casa de chá ou de boteco, mesmo. hehehe
Por isso, rola uma leitura dinâmica, ae! Mas confesso pra vocês, esse post foi utilizado de muita pesquisa, pesquisa séria e tempo. Leia com carinho e transmita o mesmo carinho para a sua xícara de chai, de Hippie Chai, de pu’er, de CHÁ.

Uma linda e magavilhosa semana, afinal de contas, o Noel vem aí Sábado!!!! Você já viu que tem DESCONTO NA LOJA VIRTUAL DA INFUSORINA? 😮 Tem, sim! ACESSA AQUI O LINK.

Um beijo, muito chá. Não esquece de assinar a newslétis e deixar um recadin que a pessoinha aqui fica bemmm feliz!

♥♥♥♥♥

Renata Acácia.

Fontes:
Escola de Chá Embahú (material do curso Essencial de Chás);
Tea – History, Terroirs, Varieties | 2nd edition.
Wikipédia
El Club Del Té (material)

 

 

 

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Dia Internacional Do Chá, Um Brinde, Um Movimento.

Hoje estamos aqui para falar de algo sério (não que tudo o que falamos anteriormente não fosse :D, mas vocês entenderammmm)

O DIA INTERNACIONAL DO CHÁ!

Você que é fã dessa bebida milenar, provavelmente ao longo dos dias verá posts e mais lindos posts falando sobre a data, fotos com chás maravilhosos, momentos únicos sendo compartilhados e celebrados. Não faremos diferente, pois hoje, dia 15 de dezembro é um dia para prestarmos uma atenção especial na xícara de chá que está em nossa frente, sendo comercializada com carinho, atenção, zelo; aquele que vem importado da Índia, China, Japão… Que vai exportado de Registro/SP, Brasil para o mundo afora.
Atenção especial para o que este dia representa.

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Flor da Camellia sinensis – fazenda Amaya 2016 (arquivo pessoal)

Assim como essa flor, tudo é lindo, mas nem sempre foi assim e ainda busca-se a beleza. O dia internacional do chá foi celebrado pela primeira vez em Nova Delhi, capital da Índia, um dos maiores produtores de chá do mundo, em 2005 depois de ter sido muito discutido durante do World Social Forum (Fórum Social Mundial) no ano de 2004. O movimento buscava chamar atenção dos governos, das organizações e principalmente da população, que por vezes – como nós mesmos bem sabemos – está alheia ao que acontece na origem dos produtos que consumimos, durante sua produção. Alcançar os direitos dos trabalhadores das plantações de chá, dos pequenos produtores e claro, dos consumidores, foi efetivamente a meta da data. E aqui estamos falando em condições humanas de trabalho, salários justos, valor final do produto e concorrência. Na sequencia, as edições comemorativas da data aconteceram no Sri Lanka (ou conhecido também, pela forma portuguesa: Ceilão) entre os anos de 2006 e 2008. Logo após, outros países aderiram o movimento, tais como: Bangladesh, Nepal, Vietnã, Indonésia, Quênia, Uganda, Malásia,Tanzânia (todos produtores), e além: Holanda, a Inglaterra, a França e a Alemanha também. ♥

Por isso, quando sorvemos de uma xícara de chá, assim quando nos deparamos com uma xícara de café brasileiro, colombiano, enfim, entre outros produtos, precisamos ter consciência de que foi preciso muito esforço para que o mesmo chegasse até nós. Claro que “hoje em dia” estamos em plena (será?) globalização, tudo funciona (será²?), o chá chega de avião, rapidinho, as colheitas são feitas mecanicamente (será³?). De qualquer forma, pense, repense, valorize o local, o pequeno produtor. Valorize o importador que possui certificados (sim, eles custam caro, mas garantem origem – sim, o chá final é mais caro, mas não tem ninguém lá do outro lado em más condições de trabalho), valorize aquele que conhece do que fala, aquele que busca conhecer. Valorize a sede de conhecimento, de gentileza, de reconhecimento. Valorize sua xícara de chá, sempre, e hoje ainda mais. 🙂

Feliz Dia Internacional Do Chá, para nós que, hoje, podemos aproveitar de cultura, história, qualidade, sabor e amor.

Um beijo e muito chá!
Renata Acácia.

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Fontes: Wikipédia e chá calendar.pt

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Chá Preto, Assam, História e Mistura.

Hoje me peguei pensando… “sobre o que escrevo no blog? Ai, ai essa tal de inspiração, devo mesmo ter uma alma artista.” 😀

Tá, só que não: é realmente MUITO assunto para escolher um só! Levantei da cadeira e fui preparar um chá, né? Vai que vem! Dois golinhos do Gayatri, três… até que realizei que até então não havia falado dos nossos chás!

Assim, especificamente, de cada um deles. E, eu poderia escolher na escala… começando com a base de chá branco e finalizando com o pu’er, mas not, vamos começar com aquele que fora responsável por ajudar a mente pensante, aqui: O GAYATRI. ♥ Indo sentido contrário da ordem, o Gayatri foi o último blend criado por mim.  E como não poderia ser diferente dos demais, ele vem com significado, pelo menos pra mim, onde eu fico imensamente feliz que ele encontre significados diferentes para cada um que permite que ele entre em seus mundos {gratidão}. Vamos lá?

falamos-sobre-gayatri

Para começo de história; – Renata, que palavra é essa? De onde você tirou isso? O gayatri é um dos mantras mais entoados na Índia… e eu queria muito um blend com base de chá preto Assam (província localizada na Índia) e coincidência ou não, eu passei semanas na criação com o mantra tocando ao fundo, me fazendo cia… (para quem quiser escutar, tem o link AQUI) Inspirando e tocando fundo o coração. Sua tradução é linda, pede luz para Deus, e que Ele possa inspirar nossa mente… 🙂 no fim e começo de tudo, vem o nome. As vezes o nome vem antes, e aí o trabalho é ao contrário, mas nesse caso, veio depois, porque a única certeza no meu íntimo, era do chá preto. Demorou alguns minutos até que eu finalmente compreendesse: o blend se chamaria gayatri. 

E a relação vai muito mais além disso. Como mencionei acima, coincidência ou não, esse mantra é indiano, e a base da nossa mistura, também.

india

Quando eu falo em base, eu falo em uma quantidade superior aos demais ingredientes. No caso: base de chá preto do tipo Assam, com anis estrelado, cranberry, pimenta Jamaica e um toque especial ♥ significa que o blend possui em sua totalidade, maior quantidade de chá preto do que dos demais ingredientes. 🙂 Não que seja regra, mas é um padrão que estabelecemos para a marca.

  • Tá, Renata. Agora conta, o que tem assim, de tão especial no Chá Preto de Assam?

Primeiramente: tudo: #tudibaum que a Camellia sinensis pode prover: antioxidantes, catequinas, vitaminas e etc. Hoje colocaremos nosso foco na cafeína e nas catequinas presentes no chá preto, especificamente do tipo Assam, mas não antes sem saber um pouco mais da origem desse chá considerado tão especial.

–> A região de Assam fica a aproximadamente 200km de distância da região de Darjeeling  (quem aqui também ama? ♥)  muito próximo de Burma, em Myanmar e Bangladesh! E é lá onde fora descoberta a Camellia sinensis var. assamica, a planta do chá tradicionalmente de folhas grandes que se transforma em uma bebida de liquor cheia de personalidade.  Lá, o chá cresce em uma região tropical fértil, protegida por uma vasta selva, através da qual flui lindamente o rio Brahmaputra.
Suas folhas são conhecidas por serem apreciadas pelo gosto britânico, pois são picantes, adstringentes, perfeitas para a mistura com leite. Deu água na boca, né?

Além de gostoso, o chá preto traz consigo todas as propriedades que falamos. Lembrando que cada chá possui um processo distinto, o que faz com que cada um seja diferente do outro, resultando em sabores, cores, aromas e sensações novas. Vamos falar um pouco das propriedades dele?

Vamos! Então, ATENÇÃO:  algo muito importante sobre ele: o CHÁ PRETO É 100 % OXIDADO.

Vamos entender a diferença entre oxidação e fermentação:

Segundo a Escola de Chá EmbahúOxidação é um processo químico, que ocorre perda de elétrons com ou sem a presença de ar. Nos chás, a oxidação enzimática faz seus componentes reagirem na superfície das folhas, escurecendo-as e desenvolvendo sabor (sabem quando a gente corta a maçã e deixa ela esquecidinha e fica escura? Então.). Já a Fermentação é  a decomposição química de uma substancia por bactérias, leveduras ou outros microrganismos, que não necessitam a presença de ar. Nos chás escuros (aí SIM, fermentados como o Pu’er), é vital que ocorra a fermentação para o desenvolvimento do sabor. ♥

Uma vez que muitas literaturas estrangeiras, sejam antigas ou não, tratam o chá preto como fermentado, basta saber que quando se fala em fermentação do mesmo, se fala na verdade da oxidação, por isso, tratamos de esclarecer isso para que não fique duvida: chá preto não é fermentado.

🙂

dsc06762aAhh, agora sim: mergulharemos primeiramente em águas rasas das catequinas e cafeína que o chá preto de Assam possui {prometo um post SÓ sobre chás pretos} .

Catequinas!

Nosso xodó presente nas folhas da Camellia sinensis
Os poderes de proteção e anti-câncer do chá provém da subclasse de polifenóis chamado catequinas. Elas são antioxidantes que vem do metabolismo da planta do chá e são responsáveis por grande parte da defesa da mesma. As principais catequinas encontradas no chá são C, EC, EGC, EGCC, que representam de 2% ~ 8% da “massa” das folhas de chá depois de secas.
Já, falando na xícara final, com o chá infusionado, a biodisponibilidade das catequinas dependerá de diversos fatores do processamento que aquelas folhas foram expostas como: método de cultivo e etc. Em regra geral os chás pretos possuem menos catequinas que os chás verdes, pois os verdes não passam pelo processo de oxidação total, o que mantem as moléculas sem alteração.

Cafeína!

Levando isso em consideração, ainda sim encontramos nas folhas de Assam (considerando 250ml):

Catequina EGCG: 2%
Catequina C: 1%
Catequina EC: 1%
Catequina ECG: 2%
(Mais além falaremos do Sencha, nossa base de chá verde do blend Amaranto, e a diferença será surpreendente, apenas para dar um gostinho, o mesmo possui Catequina EGCG : 18%!!!). 🙂
Coisa linda, né não? ♥

O assunto terminaria aqui, se não fosse a vontade de falar especificamente da cafeína presente nesse chá, que muitos consideram substituto do café. – eu adoro café, e considero duas bebidas com um resultado completamente diferente uma da outra – , mas vale lembrar que a planta do chá possui a L-theanina, que junto da Cafeína, promove um equilíbrio na bebida, transformando o chá, diferente do café, em uma bebida estimulante ao invés de excitante.

Vamos ver qual a presença de cafeína em uma xícara de chá preto? Abaixo cito os meus 3 favoritos:
– Darjeeling first flush: 58mg
– Assam: 22mg
– Yunnan hong gong fu: 19mg
(considerando infusão em 500ml de água a 95ºC por 3min)

* Lembrando que embora seja generalizado, não é padrão: a presença de cafeína no chá, varia MUITO dependendo da origem, variedade, clima, tempo de infusão, método de infusão e etc.

Por isso e por vários outros fatores, o chá preto, assim com outros, comportam-se de maneira muito diferente entre um apreciador e outro. Nosso organismo reage de maneiras variadas.
Em resumo: enquanto o chá preto para mim é perfeito para degustar a noite, na cama lendo um livro, este pode não ser o resumo de uma noite bem dormida para você, onde precise de repente, eliminar toda e qualquer cafeína da sua xícara ou da sua barra de chocolate. Em compensação, há pessoas que consomem café preto, filtrado, no lugar do meu chá preto, o que em mim resultaria em uma noite dificilmente dormida.

🙂

O chá é momento. É prazer, é bem cuidar. É oferecer colo, ombro, sorriso, apoio. É, se preciso for, calar a mente e sentar em uma almofada bem confortável e escutar um mantra enquanto agradece a dádiva de se estar vivo.

♥♥♥♥♥
Renata Acácia.

Fontes:
Escola de Chá Embahú (material do curso Essencial de Chás);
Tea – History, Terroirs, Varieties | 2nd edition.

 

 

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Co-criação e Gratidão mútua: Kit Agradecer ♥ { relicário + chá }

Gente, a vida anda tão corrida por aqui. Aquela corrida sem obstáculos, que a gente sente a brisa tocando o rosto, o sol aquecendo e a vida passando com o sentimento de que estamos fazendo alguma coisa nesse momento, de que estamos vivendo, agradecendo, sobrevivendo e contemplando.

Quem nos acompanha na vida afora (feiras, eventos e nas redes sociais) sabe do carinho todo especial que temos com a Marca Agradeço Agora de Timbó-SC, composta pela design Danie e pelo artesão Beto (um casal pra lá de amorzinho ♥) e sabe também que estamos unidos através das marcas e da amizade que foi crescendo dia a dia.

Porque essa introdução? Para finalmente revelar algo que estava no forno por um tempinho, sendo elaborado com todo o amor, atenção e cuidado! Que será? 😀

Calma, não pode ser assim, não deve ser assim! Preciso que saibam do fundo de tudo isso:
– senta que lá vem a história… –

Era o dia de um dos primeiros workshops que estávamos preparando no Restaurante Âme, aqui em Blumenau. A ansiedade tomava conta da minha mente e do meu coração, aquela expectativa para conhecer de perto quem viria e principalmente de conhecer a Dani! A Dani foi marcada em nosso instagram por uma amiga em comum, a Mano (SENSACIONAL, como diria ela) com a intenção de que nós nos conhecêssemos, porque, de acordo com ela, nossas marcas (e pessoas) tinham tudo para dar certo! E deu. A Dani chegou no workshop no melhor estilo turbante, sorriso largo, voz confiante e brilho nos olhos. Curiosa, alegre, de gargalhada sincera e de sentimento puro. Foi assim que eu li a Dani naquela primeira noite. Dali, não nos separamos mais, eu dei um jeitinho de me aproximar dela, e talvez, vice e versa hahaha 🙂 mas o que importa é que “deu certo”, a Manoela tinha razão, participamos de feiras juntas, de eventos, de amigos, de clientes.

Com o tempo, algumas pessoas começaram a relacionar a Infusorina com o Agradeço Agora e isso foi fazendo muito sentido, porque nós fazemos sentido para os nossos corações. Foi aí que a Dani veio com um: amiga tive uma ideia (das várias, gente!) e, SE…?

Nasceu: Kit Agradecer, um Relicário pra lá de especial composto pelo blend todiiinho + uma frase + Blend cheio de gratidão totalmente artesanal e sem aromatizante, do jeito que você já conhece a Infusorina! Qual o segredo do Kit? Te conto: toda a composição do nosso cházinho está presente nessa semi-jóia, para nunca mais sair!

Assim como nossa cumplicidade, respeito, confiança e amizade.

O orgulho, a felicidade, o amor e a gratidão transbordam por contarmos essa novidade que pra gente nada mais é do que um reflexo daquilo que buscamos: levar gratidão, amor, e uma pausa, um momento. E você, além de agradecer AS COISAS SIMPLES DA VIDA – o que mais você quer agradecer? ♥

Kits limitados, gente. Mesmo, ai, meu corrraçón!

Para adquirir na loja da Infusorina, clique AQUI.
Para adquirir na loja do Agradeço Agora, clique AQUI.

Para saber mais sobre a Dani e o Agradeço, AQUI.

Beijo com muita gratidão!

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Fotos: Nicolas Machado
Local: Âme Funcional – onde tudo começou! 🙂

 

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